Medicina Integrativa

Medicina Integrativa, também conhecida como medicina funcional, entende que o corpo é composto por diversos órgãos e sistemas, mas que todos atuam como sendo um só. Contudo, para que essa integração ocorra perfeitamente, é essencial controlar e otimizar três grandes áreas do organismo: emocional, nutricional e hormonal.

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Emocional

controlada diretamente pelo paciente

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Nutricional

controlada diretamente pelo paciente

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Hormonal

controlada indiretamente pelo paciente

Primeiramente, focamos no desenvolvimento da inteligência emocional. Em outras palavras, aprendemos a compreender e influenciar pensamentos e sentimentos. Técnicas como meditação mindfulness, nesse aspécto, são indispensáveis. Isso não implica, todavia, acabar com os momentos de estresse e ansiedade. O intuito é preparar a mente e o corpo para entender melhor as emoções assim como enfrentar situações adversas mais tranquilamente.

Em segundo lugar, desenvolvemos uma nutrição adequada. Ou seja, combinamos uma alimentação saudável à suplementação. Nesse sentido, é importante entender que nutrir-se bem é diferente de alimentar-se. Há alimentos nutritivos e não-nutritivos. Os nutritivos darão energia, vigor e disposição ao corpo, além de ajudar constantemente a renovar os tecidos. Por outro lado, os não-nutritivos, representados pela grande parte dos alimentos industrializados, são “vazios”. Eles saciam a fome, mas não nutrem o corpo.

Por fim, a terceira área focal da medicina integrativa é a hormonal. Antes de mais nada, é importante saber que a produção de hormônios é indiretamente influenciada pelos hábitos. Dessa forma, a nutrição adequada, o sono reparador, a prática de exercícios físicos e o controle do estresse têm o poder de estimular o corpo a manter níveis hormonais adequados. Em paralelo à essas boas práticas, se necessário, ainda pode ser feita a modulação hormonal bioidêntica.

Benefícios da Medicina Integrativa

De modo geral, todas as doenças são acompanhadas por processos inflamatórios e produção de radicais livres. Por outro lado, quando o corpo trabalha de maneira otimizada o sistema consegue combater essas anormalidades com a máxima eficiência. Como resultado, tem-se um corpo mais forte o qual estará mais preparado para combater possíveis disfunções. Doenças autoimunes, cardíacas e cerebrais, assim como câncer, e artrites são alguns exemplos.

Para quem a Medicina Integrativa é indicada?

Para todos que querem promover saúde, envelhecer de maneira saudável e obter mais energia e disposição. Além disso, a medicina integrativa também é indicada no tratamento de qualquer doença, uma vez que ao otimizar o organismo ele será capaz de atingir a auto-cura. Doenças infecciosas como, por exemplo, hepatites, candidíase, infecção urinária de repetição e HIV são comprovadamente suprimidas por um corpo saudável. Ao mesmo tempo, doenças crônicas e degenerativas como mal de Alzheimer, hipertensão, diabetes e gordura no fígado, em alguns casos, podem ser completamente curadas a partir de tratamentos integrativos.

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